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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Presidente da CNBB presidirá o Sínodo dos Bispos

O cardeal de Aparecida (SP) Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), foi nomeado pelo Papa Francisco  presidente do Sínodo Extraordinário sobre a Família, que será realizado entre 9 e 15 de outubro no Vaticano, segundo a CNBB.

De acordo com a conferência, dividirão a presidência do encontro com Dom Raymundo os cardeais André Vingt-Trois, arcebispo de Paris, e Luis Antonio Tagle, arcebispo de Manila. Eles serão responsáveis por acompanhar a preparação do Sínodo – encontro que vai tratar dos desafios pastorais sobre a família.

A assembleia extraordinária foi convocada em outubro do ano passado pelo Papa. Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização serão o tema principal. O encontro agrupará um total de 150 pessoas, entre elas presidentes das conferências episcopais de todo mundo e especialistas.

Esta é a terceira vez que é convocada uma assembleia extraordinária do sínodo de bispos desde sua criação, depois do Concílio Vaticano II (1962-65). Nestes 48 anos ocorreram assembleias ordinárias (mais abertas) ou extraordinárias (restritas), tratando de diferentes temas.

Esta reunião é convocada também para fazer frente ao crescente processo de descristianização nos países ocidentais, já que se considera que o núcleo familiar é o primeiro lugar de transmissão da fé.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Dom Damasceno comenta palavras do papa Francisco

O Arcebispo de Aparecida e Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Cardeal Raimundo Damasceno Assis, destacou em entrevista ao ‘Estadão’, a clareza e objetividade com que o Papa Francisco abordou questões delicadas, sem fugir a nenhuma pergunta nas entrevistas que deu à Rede Globo e aos jornalistas presentes no voo da Alitália, que o levou de volta para Roma. Dom Damasceno Assis, destacou na entrevista alguns pontos importantes do ensinamento do Papa Francisco durante a JMJ Rio 2013, como a urgência de a Igreja ter um espírito missionário, a acolhida aos casais divorciados, a valorização da mulher e o respeito aos homossexuais.

O Arcebispo de Aparecida observou que, ao responder às perguntas dos jornalistas, o Papa Francisco não alterou o conteúdo, “mas, da maneira como ele coloca, sempre tem um enfoque muito pastoral, tendo sempre em vista o bem das pessoas, a missão da Igreja, que é se colocar a serviço das pessoas e da sociedade. Sempre se coloca numa atitude não recriminatória, não condenatória, mas de maneira positiva. Em seus pronunciamentos, o papa Francisco vem insistindo muito que a Igreja deve ser um sinal, um sacramento da misericórdia, do amor de Deus para com as pessoas.
Dom Damasceno Assis explicou, que na entrevista aos jornalistas no voo de retorno para Roma, o Papa Francisco expressou-se contra a discriminação aos gays, afirmando que “a Igreja deve relacionar-se com essas pessoas, deve acolhê-las, respeitá-las”. O Cardeal recordou ainda, que em outros pronunciamentos, “o Papa havia salientado que o casamento para nós é sempre a união entre um homem e uma mulher. Uma união estável e permanente, sempre fundamentada no amor, uma união aberta à vida O que não significa que não vamos acolher ou que vamos discriminar essas pessoas. Cada pessoa, se é católica, deve procurar crescer espiritualmente e buscar Jesus Cristo. A opção da pessoa nós temos de respeitar e não discriminar de forma alguma”.

Interpelado sobre possíveis mudanças na pastoral com relação aos casais em segunda união, em função de pronunciamentos do Papa Francisco sobre a questão, o Presidente da CNBB afirmou que “a Igreja tem trabalhado na pastoral com os casais de segunda união. Em muitas dioceses há encontros para o atendimento a esses casais. Não esquecemos, não abandonamos aqueles que, por uma razão ou outra, desfizeram a primeira união, seja consensualmente, seja conflitivamente, e recomeçaram a vida com nova união. Temos de estar atentos a essas pessoas. Embora não comunguem, não possam participar da eucaristia, como disse o papa também, podem obter uma declaração de nulidade da união. Voltam então à situação normal na Igreja, podem confessar-se e comungar, participar de todos os sacramentos. Quando não conseguem isso, não recorrem ao tribunal (eclesiástico, para obter a declaração de nulidade), essas pessoas podem participar de outras atividades e ser objeto de atenção muito especial da Igreja. É muito melhor a pessoa viver a segunda união de maneira estável, responsável, em paz e realizada, do que fazer tudo para viver a primeira união em conflito permanente. Isso acontece até com certa frequência. A Igreja deve acolher essas pessoas, orientá-las a recorrer ao tribunal, caso desejem, pois têm direito a esse recurso. Não podem ser condenadas e abandonadas. É preciso criar espaços, pois há outros meios de participar da vida da Igreja, como a oração, a leitura da Bíblia, a atuação em obra social, a colaboração na paróquia”.

O encontro do Papa Francisco com os Bispos do Conselho do Episcopado Latino-americano (CELAM) também foi recordado na entrevista. Dom Damasceno relatou, que nas duas oportunidades que alguns prelados tiveram de ouvir o Papa - na reunião com os Bispos do Brasil e com os Bispos do Celam - ele “chamou a atenção para o espírito da Conferência de Aparecida, procurou chamar a atenção para o que o Documento de Aparecida está dizendo para a Igreja de hoje. Ele lembrou que Aparecida não termina com um documento, mas se prolonga na missão continental. O Papa foi muito feliz ao dizer que a missão continental se projeta em duas dimensões - a dimensão programática e a paradigmática. Programática são as atividades que a Igreja vai realizando, as visitas às casas, missões populares, retiros, encontros, formação de leigos, que são atividades missionárias. A dimensão paradigmática é colocar em chave a atividade permanente, a atividade cotidiana das dioceses e das paróquias. Aparecida pede que avaliemos a Igreja, suas estruturas, seus recursos humanos e financeiros, suas realizações e suas atividades, sempre em chave missionária, isto é, como essa Igreja está a serviço da missão. Isso é que é fundamental, o papa está chamando a atenção para isso. As energias devem estar voltadas para isso. O papa está chamando a atenção para a necessidade de impregnar a nossa Igreja, a nossa organização, as nossas estruturas, com esse espírito missionário. A consequência será a mudança das estruturas. O papa falou que são caducas e muitas delas não se renovam se não houver esse espírito missionário, essa ótica. A Igreja existe, como já dizia Paulo VI, para a missão, para evangelizar. Se não faz isso, não tem razão de ser. O papa tem batido nisso muito forte, a Igreja a serviço do mundo e não o mundo a serviço da Igreja nesse sentido, o papa pede aos bispos que façam que suas igrejas locais (dioceses) e as paróquias sejam missionárias”.

O papel dos leigos nesta Igreja missionária desejada por Francisco também foi destacado na entrevista. “A Igreja tem de abrir espaço para os leigos – afirmou Dom Raimundo. Não podemos clericalizar os leigos e os leigos não podem deixar-se clericalizar. O Papa chamou a atenção para isso”.
E ao tratar do papel da mulher na Igreja, o Presidente da CNBB reiterou que a Igreja “deve abrir espaço para o leigo, mas também para o homem ou a mulher, nos conselhos pastorais e administrativos nas paróquias e nas dioceses. O Papa disse que, quando era Arcebispo de Buenos Aires, percebia que as paróquias não tinham seus conselhos. Nisso estamos atrasados – admitiu Dom Raimundo. Francisco advertiu que não basta abrir as portas das igrejas, mas que é preciso sair em busca das pessoas. É o espírito missionário. Missão significa ser enviado ao encontro das pessoas. Paróquias missionárias são aquelas que se preocupam não só em acolher as pessoas e prestar um serviço, como agências prestadoras de serviço, mas em sair ao encontro das ovelhas. Como disse o Papa, o pastor tem de sentir o cheiro das ovelhas, conhecer o seu povo, ser solidário com seu povo, sobretudo com os mais pobres. O Papa tem insistido muito nesse ponto. Não só os pobres de bens materiais, mas também no sentido religioso”.

Ao final da entrevista, Dom Raimundo Damasceno Assis revelou que a CNBB pretende publicar todos os discursos do Papa Francisco proferidos na sua estada no Brasil durante a JMJ. Também será feita uma avaliação das mensagens de Francisco na próxima reunião do Conselho Episcopal Pastoral a ser realizada neste mês de agosto. “Vamos aprofundar os pronunciamentos aos Bispos do Brasil e do CELAM, assim como a homilia feita na Catedral. Vamos refletir sobre o que podemos acentuar na ação evangelizadora da Igreja no Brasil”, concluiu Dom Damasceno Assis.
Fonte: news.va

O livro com os discursos, pronunciamentos e homilias do papa Francisco foram publicados por Paulinas. Acesse
Palavras do papa Francisco no Brasil
Esta obra apresenta os discursos do papa Francisco na sua primeira viagem ao Brasil, por ocasião da XXVIII Jornada Mundial da Juventude.
Francisco contagiou a todos com seu testemunho de humildade e simplicidade, de proximidade e ternura com o povo. Mas também se deixou contagiar com a calorosa acolhida do povo brasileiro e dos peregrinos vindo de várias partes do mundo.
Francisco gritou à Igreja toda a urgência da santidade e que ela deve se voltar, de forma evangelicamente preferencial aos pobres, doentes, marginalizados, às periferias. Emocionante sua visita à favela Varginha em Manguinhos; ao Hospital São Francisco de Assis na Providência de Deus quando foi ao encontro dos dependentes químicos. 
Francisco testemunhou a Boa-Nova de Jesus, profetizando por veementes gestos e palavras! Em palavras simples, apontou-nos para Jesus Mestre, Caminho, Verdade e Vida, deixando-nos verdadeiro rastro de luz para que anunciemos o Evangelho a todos, na promoção da cultura do encontro em tempos marcados pela exclusão de tantos.
Esta obra recolhe todos os pronunciamentos do Papa Francisco no Brasil. Após a emoção do encontro é tempo de voltar a ler seus discursos e refletir sobre suas palavras. Uma leitura atenta dos seus discursos é forma privilegiada de fazer com que suas palavras permaneçam na mente e no coração. E, sobretudo, de renovar o ardor missionário no seguimento de Jesus. 
Que os ensinamentos do Papa Francisco recolhidos neste livro, nos tirem de paredes de templos fechados e de corações indiferentes, levando-nos ao encontro de todos, na construção do Reino de Deus, feito de justiça, solidariedade, amor e paz
.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Papa Francisco virá ao Brasil

O presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Raymundo Damasceno Assis, afirmou que o papa Francisco confirmou que visitará o Brasil em julho para a Jornada Mundial da Juventude.

"Eu tive a oportunidade de falar com Bergoglio (papa Francisco) e ele me disse mesmo que vai ao Brasil", destacou o cardeal brasileiro, que participou do conclave. 

"Eu o conheço muito bem. E trabalhamos juntos em Aparecida. Foi uma grande escolha", afirmou Dom Damasceno.

"Bergoglio veio surgindo. E foi uma bela surpresa", completou Damasceno.

sábado, 20 de novembro de 2010

24 novos cardeais. Um deles é Dom Damasceno

O papa Bento XVI nomeou 24 novos cardeais.
A cerimônia de criação dos novos cardeais acontece sábado, 20 de novembro.
Entre os novos cardeais está o brasileiro,
dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida (SP)
e presidente do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam).
Com sua nomeação, o Brasil passa a ter nove cardeais, dos quais seis são
arcebispos eméritos:
Dom Paulo Evaristo Arns,
Dom José Freire Falcão,
Dom Serafim Fernandes,
Dom Eugênio Sales,
Dom Eusébio Sheid,
Dom Cláudio Hummes.

Dois atuam como arcebispos:
- em Salvador (BA) - Dom Geraldo Magela Agnelo
- em São Paulo (SP) - Dom Odilo Pedro Scherer

 Cardeal Damasceno
Dom Damasceno, que participa, em Roma, do Consistório,
tem 73 anos e foi secretário-geral da Conferência Nacional  dos Bispos do Brasil
(CNBB) por dois mandados (1995 a 1998 e 1999 a 2003).

Mineiro, de Capela Nova, o novo cardeal foi ordenado padre no dia 19  de março
de 1968 para a arquidiocese de Brasília (DF).
Nomeado bispo auxiliar de Brasília em 1986, recebeu a ordenação episcopal no
dia 15 de setembro do mesmo ano e adotou como lema “Na alegria do Senhor”.
Em janeiro de 2004, foi transferido para a arquidiocese de Aparecida.

Com pós-graduação em Filosofia da Ciência pela Universidade de Brasília  (UnB)
e pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-Minas),
dom Damasceno fez a filosofia no Seminário Maior de Mariana (MG)
e teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.

Atividades de dom Damasceno como bispo
Bispo Auxiliar de Brasília-DF (1986-2004); Vigário-Geral e
Vigário Episcopal na Arquidiocese de Brasília-DF;
Professor do Departamento de Filosofia
da UnB (1976-1991); Secretário-Geral do CELAM (1991-1995);
Secretário-Geral da IV Conferência Geral do Episcopado Latino-americano
(Sto. Domingo);
Secretário-Geral da CNBB (1995-1998) e (1999-2003);
Delegado ao Sínodo Especial para a África, Sínodo sobre a vida religiosa,
como convidado;
Delegado à Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos para a América
por eleição da Assembléia da CNBB e confirmado pelo Papa João Paulo II
(1997);
Membro do Pontifício Conselho para as Comunicações;
Membro do Departamento de Comunicação do CELAM;
Membro da Comissão para a Comunicação, Educação e Cultura da CNBB
(2003-2007); Delegado do CELAM (2007);
Presidente do CELAM;
Membro da Pontifícia Comissão para a América Latina-CAL (2009);
Sínodo para a África (2009).

Os  novos cardeais
1. Dom Angelo Amato, S.D.B., Prefeito da Congregação da Causa dos Santos;
2. S.B. Antonios Naguib, Patriarca de Alexandria dos Coptas (Egito);
3. Dom Robert Sarah, Presidente do Pontifício Conselho "Cor Unum";
4. Dom Francesco Monterisi, Arcipreste da Basílica Papal de São Paulo
fora dos Muros;
5. Dom Fortunato Baldelli, Penitenciária Maior;
6. Dom Raymond Leo Burke, Prefeito do Supremo Tribunal da Segnatura
Apostólica;
7. Dom Kurt Koch, Presidente do Pontifício Conselho para a Promoção
da Unidade dos Cristãos;
8. Dom Paolo Sardi, Vice-Camerlengo de Santa Romana Igreja;
9. Dom Mauro Piacenza, Prefeito da Congregação para o  Clero;
10. Dom Velasio De Paolis, C.S., Presidente da Prefeitura dos Assuntos
Econômicos da Santa Sé;
11. Dom Gianfranco Ravasi, Presidente del Pontificio Consiglio della Cultura;
12. Dom Medardo Joseph Mazombwe, Arcebispo emérito de Lusaka (Zambia);
13. Dom Raúl Eduardo Vela Chiriboga, Arcebispo emérito de Quito (Equador);
14. Dom Laurent Monsengwo Pasinya, Arcebispo  de Kinshasa
(Rep. Democratica del Congo);
15. Dom Paolo Romeo, Arcebispo de Palermo (Italia);
16. Dom Donald William Wuerl, Arcebispo de Washington (EUA);
17. Dom Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida (Brasil);
18. Dom Kazimierz Nycz, Arcebispo de Warszawa (Polônia);
19. Dom Albert Malcolm Ranjith Patabendige Don, Arcebispo de Colombo
(Sri Lanka);
20. Dom Reinhard Marx, Arcebispo de München und Freising (Alemanha).
21. Dom José Manuel Estepa Llaurens, Arcebispo Ordinário Militar emérito
(Espanha);
22. Dom Elio Sgreccia, Presidente da Pontifícia Academia pela Vida (Itália);
23. Dom Walter Brandmüller, Presidente do Pontifício Comitê de Ciências
Históricas (Alemanha);
24. Dom Domenico Bartolucci, Mestre Diretor da Capela Musical Pontifícia (Itália).

Rito de criação dos novos cardeais na Igreja Católica
Celebra-se, neste sábado, 20 de novembro, no Vaticano, 
o Consistório para a criação de 24 novos cardeais por parte do Papa Bento XVI.
Com estes novos membros, o Colégio Cardinalício terá 203 membros, dos
quais 121 são eleitores, quer dizer, têm menos de 80 anos e
portanto estão aptos para participar de um eventual conclave
para escolher o seguinte Papa.
O rito começa com uma saudação litúrgica, depois da qual Bento XVI
lê a fórmula de criação e proclama solenemente os nomes dos 24 novos cardeais.
O primeiro deles se dirige então ao Santo Padre em nome de todos.
Seguem a Liturgia da Palavra, a homilia do Papa, a profissão de fé
e o juramento por parte dos novos cardeais.
Posteriormente, cada novo cardeal se aproxima do Pontífice
e se ajoelha diante  dele para receber o barrete cardinalício
e a atribuição de um Título ou Diaconia.
O Papa coloca o barrete sobre a cabeça do novo cardeal e diz:
"É vermelho como sinal da dignidade do ofício de cardeal,
e significa que está preparado para atuar com fortaleza,
até o ponto de derramar seu sangue pelo crescimento da fé cristã,
pela paz e harmonia entre o povo de Deus, pela liberdade
e a extensão da Santa Igreja Católica Romana".
O Papa entrega a Bula de criação de cardeal,
atribui o Título ou Diaconia de uma Igreja de Roma
e troca o abraço da paz com os novos membros do Colégio Cardinalício.
Os cardeais também trocam o mesmo sinal entre eles.
O rito conclui com a oração dos fiéis, a reza do Pai-Nosso e a bênção final.

No domingo, 21 de novembro, solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo,

Rei do universo, o Santo Padre presidirá uma Missa concelebrada,
às 9h30, na Basílica de São Pedro, com os novos cardeais
durante a qual será entregue o anel cardinalício a cada um deles,
"sinal da nova dignidade, de solicitude pastoral
e de união mais sólida com a Sé do Apóstolo São Pedro".
Com estes 24 novos cardeais, haverá
111 cardeais europeus,
21 da América do Norte,
31 da América Latina,
17 da África,
19 da Ásia e
4 da Oceania.

Recepção e cumprimentos aos novos Cardeais

SALA PAULO VI

Átrio
1. Card. José Manuel Estepa Llaurens
2. Card. Kazimierz Nycz
3. Card. Raúl Eduardo Vela Chiriboga
4. Card. Laurent Monsengwo Pasinya
5. Card. Antonios Naguib
6. Card. Raymundo Damasceno Assis

Sala
1. Card. Paolo Romeo
2. Card. Domenico Bartolucci
3. Card. Elio Sgreccia
4. Card. Donald William Wuerl
5. Card. Reinhard Marx
6. Card. Medardo Joseph Mazombwe
7. Card. Albert Malcolm Ranjith Patabendige Don


PALÁCIO DA CANÔNICA - FÁBRICA DE SÃO PEDRO
1. Card. Walter Brandmüller


PALÁCIO APOSTÓLICO

Sala Régia

1. Card. Gianfranco Ravasi
2. Card. Angelo Amato, S.D.B.

Sala das Bênçãos
1. Card. Robert Sarah
2. Card. Francesco Monterisi
3. Card. Fortunato Baldelli
4. Card. Kurt Koch
5. Card. Velasio De Paolis, C.S.
6. Card. Paolo Sardi

Sala Ducal
1. Card. Mauro Piacenza
2. Card. Raymond Leo Burke

Boas vindas!

Você é o visitante!