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quinta-feira, 21 de julho de 2016

VIGÍLIA DA TRANSFIGURAÇÃO


No Ano da Misericórdia
Vigília da Transfiguração celebra o compromisso dos cristãos de acolher o outro

A Igreja celebra no dia 6 de agosto, a Festa da Transfiguração. Como acontece há 20 anos, o Centro Cultural de Brasília realizará a Vigília da Transfiguração. A partir das 20:30 do sábado (6) até as 5h do domingo (7), encerrando com Missa, a noite transcorrerá com Adoração ao Santíssimo Sacramento, mantras de Taizé, leitura orante do Evangelho, partilhas e dinâmicas.
Este ano, o tema é “Misericórdia, Senhor, Misericórdia”, em referência ao Ano Santo da Misericórdia. Ao longo da noite, os participantes também refletirão sobre a vida de Dom Luciano Mendes de Almeida, jesuíta que, por ter sido sinal da misericórdia de Deus no Brasil, está em processo de beatificação.
“Em todas as circunstâncias, o que movia Jesus era apenas a misericórdia, com a qual lia no coração dos seus interlocutores e dava respostas às necessidades mais autênticas que tinham”, dIz o Papa Francisco, no documento Misericordiae Vultus. A Vigília vai recordar que este deve ser também o caminho da Igreja neste início do terceiro milênio. Ela vive a misericórdia não só na perspectiva vertical, administrando a misericórdia divina aos homens, mas também na perspectiva horizontal, ou seja, através dos seus membros ela é chamada a por em prática as obras de misericórdia.
Os organizadores lembram que não é necessário passar toda a noite na Vigília. Para aqueles que se sentirem cansados, mas quiserem permanecer até o fim, haverá colchonetes colocados em uma sala de repouso. Recomenda-se o uso de roupas leves e agasalhos.

SERVIÇO:
EVENTO: VIGÍLIA DA TRANSFIGURAÇÃO
DATA: 6 DE AGOSTO DE 2016
HORÁRIO: 20H30 ATÉ 5H DO DIA 7
LOCAL: CENTRO CULTURAL DE BRASÍLIA (601 NORTE, AO LADO DO SERPRO)

OUTRAS INFORMAÇÕES: ANA PRATA (61) 99291 – 1111.

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Uma Vigília para enxugar as lágrimas com o papa Francisco

 Uma Vigília para “enxugar as lágrimas” daqueles que têm necessidade de  consolação. No âmbito da Jubileu da Misericórdia, a Basílica de São Pedro será palco esta quinta-feira, 5, da Vigília presidida pelo Papa Francisco dedicada aos que sofrem no corpo e na alma. O evento será transmitido pela Rádio Vaticano, com comentários em português, a partir dar 12h50, horário de Brasília.

Nossa Senhora das Lágrimas e Agnus Dei

Orações e histórias de vida, banhadas por lágrimas e enxugadas pela fé, marcarão esta intensa Vigília, para expressar a obra de misericórdia espiritual “consolar os aflitos”. Durante a celebração, o Papa Francisco distribuirá aos presentes, como símbolo de consolação e esperança, um Agnus Deis, antigo objeto de devoção usado particularmente no Ano Jubilar, e que remonta ao século IV. Também será exposto para a veneração dos fieis um Relicário de Nossa Senhora das Lágrimas de Siracusa, para pedir a materna proteção de Maria no mês a ela dedicado.

Testemunhos

Durante a Vigília serão dados  alguns testemunhos. A família Pellegrino, ferida pelo drama do suicídio de um filho; a história de Felix Qaiser, refugiado político, jornalista paquistanês pertencente à minoria católica presente no país, fugido para a Itália para dar segurança a sua família; Maurizio Fatamico com o irmão gêmeo Enzo, cuja conversão marcou a história do próprio Maurizio, que quando jovem, mesmo tendo tudo de material, havia pedido o sentido da vida, somente reencontrado com a fé e as lágrimas de sua mãe.

Agnus Dei

Realizado com cera branca em forma oval, o Agnus Dei doado pelo Papa tem em uma das faces o Cordeiro Pascal e do outro o logotipo do Jubileu da Misericórdia. Seu uso, segundo alguns,  remonta ao IV século, passando a ser documentado no século IX. A partir de 1470, com o Papa Paulo II, o Agnus Dei passa a ser utilizado também durante os Anos Jubilares.

Papa entregará Agnus Dei

Dez pessoas receberão o objeto de devoção diretamente do Papa, representando todos aqueles que carregam em suas vidas histórias de grande sofrimento. Entre estes, a Presidente da Associação “Filhos do Céu”, que perdeu seu filho de forma prematura e a Presidente da Associação “Vítimas da estrada”, que perdeu seu filho em um acidente de carro. Quem perdeu um familiar num acidente de trabalho será representado pelo Presidente da associação “Vítimas do dever”. Com eles estará o Diácono Eugène, um jovem proveniente de Ruanda, que durante o Genocídio de 1994 perdeu muitos familiares. Também Angelo, que viveu o drama da prisão por crimes ligados à Camorra e à delinquência; Agostino, vítima de jogos de azar e ainda Angelo, um ex-sem-teto.

As lágrimas das mulheres

Ao lado destes testemunhos, as história das lágrimas enxugadas e derramadas por mulheres, no triplo papel de esposas, mães e avós, representadas pela Dona Mariella; e o das religiosas, comprometidas em várias missões, como Irmã Silvana, no mundo da escola. Por fim a enfermeira Alessia, que a cada dia assiste doentes terminais.

Esperança

São histórias de dramas, mas também de renascimentos, a partir precisamente destas lágrimas, que caídas no terreno da dor, acabaram sendo plasmadas pela fé e transformaram desertos existenciais em jardins de esperança. (JE)

(Fonte: news.va)

sábado, 19 de abril de 2014

Papa Francisco preside Vigília pascal

Neste sábado santo, o papa Francisco preside, na Basílica Vaticana, à Vigília pascal.

A Rádio Vaticano transmite esta cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 20h20 (15h20 – horário de Brasília).

A Igreja celebra nas últimas horas de sábado santo e nas primeiras de domingo de Páscoa o principal e mais antigo momento do ano litúrgico, a Vigília Pascal, assinalando a ressurreição de Jesus.

Esta é uma celebração mais longa do que a habitual, em que são proclamadas mais passagens da Bíblia do que as três habitualmente lidas aos domingos. Como desde o início do Cristianismo, nesta noite será conferido o batismo a diversas pessoas. Neste ano, são 10 catecúmenos de vários países.

A vigília começa com o ritual do fogo novo e da luz que evoca a ressurreição de Jesus; o círio pascal é preparado: o presidente da celebração grava uma cruz; em seguida, traça no alto a letra grega Alfa, embaixo a letra Ômega e, entre os braços da cruz, os quatro algarismos que designam o ano em curso. E insere cinco grãos de incenso, em memória das cinco chagas do Cristo.

O ‘aleluia’, suprimido no tempo da Quaresma, volta em vários momentos da missa como sinal de alegria.
Em sua primeira vigília pascal como Papa, no ano passado, Francisco nos fez um pedido, para que não nos fechemos à novidade que Deus quer trazer à nossa vida.

“Muitas vezes sucede que nos sentimos cansados, desiludidos, tristes, sentimos o peso dos nossos pecados, pensamos que não conseguimos? Não nos fechemos em nós mesmos, não percamos a confiança, não nos demos jamais por vencidos: não há situações que Deus não possa mudar; não há pecado que não possa perdoar, se nos abrirmos a Ele”, disse Francisco.
Fonte: news.va

domingo, 28 de julho de 2013

Papa na Vigília da Jornada Mundial da Juventude

 E na noite deste sábado o grande momento da XXVIII Jornada Mundial da Juventude: a Vigília dos Jovens. A transferência obrigatória de Guaratiba, devido ao tempo, acabou por transformar a Praia de Copacabana no Campus Fidei, acolhendo um público estimado em 3 milhões de pessoas.
Durante o percurso ao longo da Av. Atlântica, o Papa Francisco, com o mesmo carinho com que acenou, mandou beijos e abençoou, também recebeu da multidão beijos, acenos, lágrimas, gritos, bilhetes, faixas, bandeiras, expectativas, esperanças. À medida que o Papamóvel seguia o seu percurso, a multidão ficava mais eufórica e emocionada.
O Papa Francisco subiu ao palco às 18h30, saudando os Cardeais e Bispos presentes no palco. Logo após, encenações sobre a vida de Francisco de Assis, testemunhos e apresentações musicais, deram prosseguimento à festa da fé.
Passado das 20h30, o Santo Padre dirigiu-se aos jovens, citando São Francisco de Assis: “Acabamos de recordar a história de São Francisco de Assis. Diante do Crucifixo, ele escuta a voz de Jesus que lhe diz: «Francisco, vai e repara a minha casa». E o jovem Francisco responde, com prontidão e generosidade, a esta chamada do Senhor: repara a minha casa. Mas qual casa? Aos poucos, ele percebe que não se tratava fazer de pedreiro para reparar um edifício feito de pedras, mas de dar a sua contribuição para a vida da Igreja; tratava-se de colocar-se ao serviço da Igreja, amando-a e trabalhando para que transparecesse nela sempre mais a Face de Cristo”.
E prossegue afirmando que também hoje “o Senhor continua precisando de vocês, jovens, para a sua Igreja, também hoje ele chama a cada um de vocês para segui-lo na sua Igreja, para serem missionários”. Então o Papa pergunta: como? Para responder, ele usa três imagens que ajudam a entender o significado de ser discípulo missionário: a primeira, o campo como lugar onde se semeia; a segunda, o campo como lugar de treinamento; e a terceira, o campo como canteiro de obras.
Para meditar sobre o ‘campo como lugar onde se semeia’, o Santo Padre fez uso da Parábola do Semeador e lembrando a necessidade de mudar o local da Vigília em função do mau-tempo, disse:

“Queridos jovens, isso significa que o verdadeiro Campus Fidei é o coração de cada um de vocês, é a vida de vocês. E é na vida de vocês que Jesus pede para entrar com a sua Palavra, com a sua presença. Por favor, deixem que Cristo e a sua Palavra entrem na vida de vocês, e nela possam germinar e crescer”.
Ao perguntar que tipo de terreno ‘somos ou queremos ser’, o Papa cita as diferentes situações na vida onde caem as sementes e não dão fruto, mas acrescenta:
“Mas, hoje, tenho a certeza que a semente está caindo numa terra boa, sei que vocês querem ser um terreno bom, não querem ser cristãos pela metade, nem “engomadinhos”, nem cristãos de fachada, mas sim autênticos. Tenho a certeza que vocês não querem viver na ilusão de uma liberdade que se deixe arrastar pelas modas e as conveniências do momento. Sei que vocês apostam em algo grande, em escolhas definitivas que deem pleno sentido para a vida. Jesus é capaz de oferecer-lhes isto. Ele é o «caminho, a verdade e a vida» (Jo 14,6)! Confiemos n’Ele. Deixemo-nos guiar por Ele!”
Após, ao meditar sobre ‘o campo como lugar de treinamento’, diz que Jesus oferece algo muito superior que a Copa do Mundo:
“Oferece-nos a possibilidade de uma vida fecunda e feliz e nos oferece também um futuro com Ele que não terá fim: a vida eterna. Jesus, porém, nos pede que treinemos para estar “em forma”, para enfrentar, sem medo, todas as situações da vida, testemunhando a nossa fé. Como? Através do diálogo com Ele: a oração, que é diálogo diário com Deus que sempre nos escuta. através dos sacramentos, que fazem crescer em nós a sua presença e nos conformam com Cristo; através do amor fraterno, do saber escutar, do compreender, do perdoar, do acolher, do ajudar os demais, qualquer pessoa sem excluir nem marginalizar ninguém. Queridos jovens, que vocês sejam verdadeiros “atletas de Cristo””
O Papa prosseguiu então, meditando sobre ‘o campo como canteiro de obras’, dizendo que “quando o nosso coração é uma terra boa que acolhe a Palavra de Deus, quando se “sua a camisa” procurando viver como cristãos, nós experimentamos algo maravilhoso: nunca estamos sozinhos, fazemos parte de uma família de irmãos que percorrem o mesmo caminho; somos parte da Igreja, mais ainda, tornamo-nos construtores da Igreja e protagonistas da história” e acrescenta:
“Na Igreja de Jesus, nós somos as pedras vivas, e Jesus nos pede que construamos a sua Igreja; e não como uma capelinha, onde cabe somente um grupinho de pessoas. Jesus nos pede que a sua Igreja viva seja tão grande que possa acolher toda a humanidade, que seja casa para todos! Ele diz a mim, a você, a cada um: «Ide e fazei discípulos entre todas as nações»! Nesta noite, respondamos-lhe: Sim, também eu quero ser uma pedra viva; juntos queremos edificar a Igreja de Jesus! Digamos juntos: Eu quero ir e ser construtor da Igreja de Cristo!”.
Neste ponto, o Papa refere-se às manifestações de jovens que ocorrem em diversas partes do mundo, dizendo:
“No coração jovem de vocês, existe o desejo de construir um mundo melhor. Acompanhei atentamente as notícias a respeito de muitos jovens que, em tantas partes do mundo, saíram pelas ruas para expressar o desejo de uma civilização mais justa e fraterna. Mas, fica a pergunta: Por onde começar? Quais são os critérios para a construção de uma sociedade mais justa? Quando perguntaram a Madre Teresa de Calcutá o que devia mudar na Igreja, ela respondeu: você e eu!”.
Queridos amigos, não se esqueçam: Vocês são o campo da fé! Vocês são os atletas de risto! Vocês são os construtores de uma Igreja mais bela e de um mundo melhor. Elevemos o olhar para Nossa Senhora. Ela nos ajuda a seguir Jesus, nos dá o exemplo com o seu “sim” a Deus: «Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua Palavra» (Lc 1,38). Também nós o dizemos a Deus, juntos com Maria: faça-se em mim segundo a Tua palavra. Assim seja!" 

Fonte: news.va

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