Páginas

Mostrando postagens com marcador Maria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Maria. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Papa Francisco agradece a Maria


Do santuário mariano de Caacupé, onde Francisco renovou o ato de consagração do Paraguai à Imaculada Conceição, à basílica de Santa Maria Maior onde,em Roma, com um gesto de homenagem à Salus populi Romani, o Papa elevou uma oração de ação de graças pelo bom êxito da sua viagem apostólica à América do Sul.

Partindo do Paraguai, o papa Francisco chegou por volta das 13h40, de 14 de Julho, ao aeroporto romano de Ciampino, onde foi recebido, entre outros, pelo substituto da Secretaria de Estado, o arcebispo Angelo Becciu, e pelo regente da Prefeitura da casa pontifícia, padre Leonardo Sapienza. 

Antes de voltar para o Vaticano, como de costume, Francisco visitou a basílica de Santa Maria Maior, onde foi acolhido pelo arcipreste, cardeal Santos Abril y Castelló. O papa deteve-se por alguns minutos em oração diante do venerado ícone mariano e colocou sobre o altar um pequeno ramo de flores brancas e amarelas. Em seguida, regressou à Casa Santa Marta.
Fonte: www.news.va

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Maria aponta para Jesus - Papa Francisco

Para o Santuário do Divino Amor, 12 de Outubro de 2013
Amados irmãos e irmãs,
Saúdo todos os peregrinos presentes no Santuário do Divino Amor e quantos lhes estão unidos dos Santuários Marianos de Lourdes, Nazaré, Lujan, Vailankanni, Guadalupe, Akita, Nairobi, Banneux, Czestochowa e Marian Valley.
Nesta noite, sinto-me unido com todos vós na oração do Santo Rosário e da Adoração Eucarística sob o olhar da Virgem Maria.
O olhar! Como é importante! Quantas coisas se podem dizer com um olhar! Estima, encorajamento, compaixão, amor, mas também censura, inveja, soberba, até mesmo ódio. Muitas vezes o olhar diz mais que as palavras, ou diz aquilo que as palavras não conseguem ou não ousam dizer.
Para quem olha a Virgem Maria? Olha para todos nós, cada um de nós. E como é que nos olha? Olha-nos como Mãe, com ternura, com misericórdia, com amor. Assim olhou para o filho Jesus, em todos os momentos da sua vida, gozosos, luminosos, dolorosos, gloriosos, como contemplamos nos Mistérios do Santo Rosário, simplesmente com amor.
Quando estamos cansados, desanimados, oprimidos pelos problemas, olhemos para Maria, sintamos o seu olhar que diz ao nosso coração: «Coragem, filho, estou aqui Eu que te sustento!» Nossa Senhora conhece-nos bem, é mãe, sabe bem quais são as nossas alegrias e as nossas dificuldades, as nossas esperanças e as nossas desilusões. Quando sentimos o peso das nossas fraquezas, dos nossos pecados, olhemos para Maria, que diz ao nosso coração: «Levanta-te, vai ter com meu Filho Jesus, n'Ele encontrarás bom acolhimento, misericórdia e nova força para continuares o caminho».
O olhar de Maria não se volta só para nós. Aos pés da cruz, quando Jesus lhe confia o apóstolo João e, com ele, todos nós, dizendo: «Senhora, eis o teu filho» (Jo 19, 26), o olhar de Maria está fixo em Jesus. E Maria diz-nos, como nas bodas de Caná: «Fazei tudo o que Ele vos disser» (Jo 2, 5). Maria aponta para Jesus, convida-nos a dar testemunho de Jesus, guia-nos sempre para o seu Filho Jesus, porque só n'Ele há salvação, só Ele pode transformar a água da solidão, da dificuldade, do pecado, no vinho do encontro, da alegria, do perdão. Só Ele.
«Bem-aventurada és Tu, porque acreditaste». Maria é bem-aventurada pela sua fé em Deus, pela sua fé, porque o olhar do seu coração sempre esteve fixo em Deus, no Filho de Deus que trouxe no seu ventre e contemplou na Cruz. Na Adoração do Santíssimo Sacramento, Maria diz-nos: «Olha para o meu Filho Jesus, mantém o olhar fixo n'Ele, escuta-O, fala com Ele. Ele te olha com amor. Não tenhas medo! Ele ensinar-te-á a segui-Lo para dares testemunho d'Ele nas grandes e pequenas ações da tua vida, nas relações familiares, no teu trabalho, nos momentos de festa; ensinar-te-á a saíres de ti mesmo, de ti mesma, para olhares para os outros com amor, como Aquele que te amou e te ama, não com palavras, mas com obras».
Ó Maria, fazei-nos sentir o teu olhar Mãe, guiai-nos para o teu Filho, fazei que não sejamos cristãos «de vitrina», mas saibamos «meter mãos à obra» para construir com o teu Filho Jesus, o seu Reino de amor, de alegria e de paz.
Fonte: news.va

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Luta, ressurreição, esperança: homilia do papa Francisco

Papa Francisco disse em sua homilia, hoje, 15, em Castelgandolfo:

Queridos irmãos e irmãs!
Ao fim da Constituição sobre a Igreja, o Concílio Vaticano II deixou-nos uma belíssima meditação sobre a Bem-Aventurada Virgem Maria. Quero apenas lembrar as expressões que se referem ao mistério que hoje celebramos: a primeira é esta: "A Virgem Imaculada, preservada imune de toda a mancha da culpa original, terminado o curso da vida terrena, foi elevada ao céu em corpo e alma e exaltada por Deus como Rainha do universo" (n. 59). 
E depois, perto do fim, ainda tem esta: "A Mãe de Jesus, assim como, glorificada já em corpo e alma, é imagem e início da Igreja que se há-de consumar no século futuro, assim também, na terra, brilha como sinal de esperança segura e de consolação, para o Povo de Deus ainda peregrinante, até que chegue o dia do Senhor" (n. 68). 
À luz deste belíssimo ícone da nossa Mãe, podemos considerar a mensagem contida nas leituras bíblicas que acabamos de escutar. Podemos concentrar-nos em três palavras-chave: luta, ressurreição e esperança.
A passagem do Apocalipse apresenta a visão da luta entre a mulher e o dragão. A figura da mulher, que representa a Igreja, é por um lado gloriosa, triunfante, e por outro ainda com dores de parto. Assim, na verdade é a Igreja: se no Céu ela já está associada à glória do seu Senhor, na história vive continuamente as provas e os desafios que comporta o conflito entre Deus e o maligno, o inimigo de sempre. 
E nesta luta que os discípulos de Jesus devem enfrentar, Maria não os deixa sozinhos; a Mãe de Cristo e da Igreja está sempre connosco. 
Também Maria, em certo sentido, partilha esta dupla condição. Ela, naturalmente, já entrou definitivamente na glória do Céu. Mas isto não significa que ela esteja longe, que esteja separada de nós; muito pelo contrário, Maria nos acompanha, luta connosco, sustenta os cristãos no combate contra as forças do mal. A oração com Maria, especialmente o Rosário, tem também esta dimensão "agonística", ou seja, de luta, uma oração que sustenta na luta contra o maligno e os seus cúmplices.
A segunda leitura fala-nos da ressurreição. O apóstolo Paulo, escrevendo aos Coríntios, insiste no fato que ser cristão significa acreditar que Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos. Toda a nossa fé baseia-se nesta verdade fundamental, que não é uma ideia, mas um evento. E também o mistério da Assunção de Maria em corpo e alma está todo ele inscrito na Ressurreição de Cristo. A humanidade da Mãe foi "atraída" pelo Filho na sua passagem através da morte. Jesus entrou de uma vez para sempre na vida eterna com toda a sua humanidade, aquela que Ele havia tomado de Maria; assim ela, a Mãe, que O seguiu fielmente em toda a sua vida, O seguiu com o coração, entrou com Ele na vida eterna, que também chamamos Céu, Paraíso, Casa do Pai.
Também Maria conheceu o martírio da cruz: a Paixão do Filho viveu-a plenamente na alma. Esteve plenamente unida a Ele na morte, e por isso foi-lhe dado o dom da ressurreição. Cristo é a primícia dos ressuscitados, e Maria é a primícia dos redimidos, a primeira "daqueles que são de Cristo".
O Evangelho sugere-nos a terceira palavra: esperança. Esperança é a virtude de quem, experimentando o conflito, a luta quotidiana entre a vida e a morte, entre o bem e o mal, acredita na ressurreição de Cristo, na vitória do Amor. O Magnificat é o cântico da esperança, é o cântico do Povo de Deus em caminho na história. É o cântico de tantos santos e santas, alguns bem conhecidos, outros, muitíssimos, desconhecidos, mas bem conhecidos por Deus: mães, pais, catequistas, missionários, padres, irmãs, jovens, também crianças, que enfrentaram a luta da vida, trazendo no coração a esperança dos pequenos e dos humildes. "A minha alma engrandece ao Senhor" - canta também hoje a Igreja em todas as partes do mundo. 
Este cântico é particularmente intenso onde o Corpo de Cristo sofre hoje a Paixão. E Maria está lá, próxima a estas comunidades, a estes nossos irmãos, caminha com eles, sofre com eles, e canta com eles o Magnificat da esperança.
Queridos irmãos e irmãs, unamo-nos também nós, com todo o coração, a este cântico de paciência e de vitória, de luta e de alegria, que une a Igreja triunfante com a peregrinante, que une a terra com o Céu, a história com a eternidade.

Solenidade da Assunção da Virgem Maria
Castel Gandolfo, 15 de Agosto de 2013

Boas vindas!

Você é o visitante!